TENDÊNCIAS
Obtenção de eficiência operacional
Com a infraestrutura global representando quase 70% das emissões, a eficiência operacional se tornou fundamental para o crescimento sustentável em 2024.
TENDÊNCIA 2024
Obtenção de eficiência operacional
Universidades, empresas de serviços públicos e setor: eficiência operacional em escala em 2024
Com a infraestrutura global representando quase 70% das emissões, a eficiência operacional se tornou fundamental para o crescimento sustentável em 2024. Universidades, empresas de serviços públicos e indústrias comprovaram que a eficiência impulsionada por gêmeos digitais é a abordagem mais escalável para a ação climática.
O gêmeo digital do campus da Universidade de Tecnologia de Kaunas exemplificou essa mudança, integrando mais de 2.000 pontos de dados em tempo real para reduzir o carbono operacional, gerenciar a demanda de energia e promover uma comunidade de campus ecologicamente consciente.
No Brasil, o programa INTEGRA 4.0 da Sabesp transformou uma das maiores empresas de água do mundo com IA, IoT e gêmeos digitais. Ao eliminar vazamentos, otimizar o bombeamento e reduzir as emissões de CO₂, a Sabesp transformou o sistema de água de São Paulo em uma referência de gestão urbana inteligente e eficiente em termos de recursos.
Enquanto isso, na China, o projeto de demonstração de metalurgia do hidrogênio, conduzido pela CERI, mostrou como a engenharia digital impulsiona a mudança operacional na indústria pesada. Ao substituir o uso do carvão por gás rico em hidrogênio na produção de aço e usar gêmeos digitais para o monitoramento em tempo real, a usina reduziu as emissões de CO₂ em 70% — o equivalente a 800.000 toneladas anualmente — e ainda cortou pela metade a necessidade de materiais estruturais.
Essas iniciativas destacam como a inteligência operacional não se resume apenas à redução de custos: é um caminho para a descarbonização, a resiliência e a competitividade.
Universidades, empresas de serviços públicos e setor: eficiência operacional em escala em 2024
Com a infraestrutura global representando quase 70% das emissões, a eficiência operacional se tornou fundamental para o crescimento sustentável em 2024. Universidades, empresas de serviços públicos e indústrias comprovaram que a eficiência impulsionada por gêmeos digitais é a abordagem mais escalável para a ação climática.
O gêmeo digital do campus da Universidade de Tecnologia de Kaunas exemplificou essa mudança, integrando mais de 2.000 pontos de dados em tempo real para reduzir o carbono operacional, gerenciar a demanda de energia e promover uma comunidade de campus ecologicamente consciente.
No Brasil, o programa INTEGRA 4.0 da Sabesp transformou uma das maiores empresas de água do mundo com IA, IoT e gêmeos digitais. Ao eliminar vazamentos, otimizar o bombeamento e reduzir as emissões de CO₂, transformou o sistema de água de São Paulo em uma referência de gestão urbana inteligente e eficiente em termos de recursos.
Enquanto isso, na China, o projeto de demonstração de metalurgia do hidrogênio, conduzido pela CERI, mostrou como a engenharia digital impulsiona a mudança operacional na indústria pesada. Ao substituir o uso do carvão por gás rico em hidrogênio na produção de aço e usar gêmeos digitais para o monitoramento em tempo real, a usina reduziu as emissões de CO₂ em 70% — o equivalente a 800.000 toneladas anualmente — e ainda cortou pela metade a necessidade de materiais estruturais.
Essas iniciativas destacam como a inteligência operacional não se resume apenas à redução de custos: é um caminho para a descarbonização, a resiliência e a competitividade.